Morte de policial penal gera ameaças a PMs do BPTAR



A morte do policial penal Fabrício Borges Mendes, 43 anos, no último dia 10 de março de 2026, gerou um clima de tensão entre policiais penais e militares em Rondônia. O agente foi morto durante um confronto com uma guarnição do Batalhão de Polícia de Trânsito e Radiopatrulhamento (BPTAR) que cumpria um mandado de prisão em sua residência.


O mandado havia sido expedido após Fabrício ser condenado pelo assassinato de um policial militar, conhecido na corporação como “Garcia”, crime ocorrido há mais de 13 anos.

Após o episódio, deputados estaduais, incluindo Edevaldo Neves, também policial penal, cobraram uma investigação rigorosa sobre a operação. “É fundamental que todas as circunstâncias sejam apuradas com transparência, para evitar qualquer irregularidade”, afirmou Neves em nota oficial.



Nos últimos dias, policiais do BPTAR relataram ter recebido ameaças via WhatsApp, intensificando o clima de animosidade entre as categorias. Nas redes sociais, a repercussão do caso aumentou questionamentos sobre a atuação da guarnição, incluindo alegações de que o procedimento não teria sido devidamente registrado pelas câmeras de segurança.

O caso segue sob investigação das autoridades competentes, e ainda não há posicionamento oficial sobre as circunstâncias exatas do confronto.

Fonte: Humor Rondoniense