O primeiro é a concessão da BR-364 e o pedágio. Rafael questiona a efetividade da atuação política diante dos impactos da cobrança sobre o transporte e o custo de vida. Para ele, o pedágio não termina na rodovia: pode chegar ao preço dos produtos e, consequentemente, ao prato do consumidor.
O segundo ponto são as emendas parlamentares. Rafael defende transparência sobre a destinação do dinheiro público: quem indicou, quem recebeu, quanto recebeu, para qual finalidade e qual resultado foi entregue à sociedade. Sua posição é de que emenda não pertence ao deputado; o recurso pertence à população.
Ao recuperar a antiga metáfora da Assembleia como “Gaiola de Ouro”, Rafael direciona sua crítica ao distanciamento que, segundo ele, pode existir entre o exercício do mandato e os problemas enfrentados pela população.
Rafael Claros resolveu “levantar o tapete”. E a pergunta que coloca no debate é simples: diante de tantos problemas conhecidos, qual foi o resultado concreto entregue por quem já teve mandato e instrumentos para agir?