A falta de sistema prejudica os serviços na unidade
Durante anos, a Policlínica Oswaldo Cruz foi referência em atendimento médico especializado em Rondônia, no entanto, a unidade vive atualmente uma realidade diferente e se tornando um símbolo da desorganização na saúde pública estadual.
O principal problema nem sequer está na falta de estrutura física ou na necessidade de grandes investimentos, a crise começa na ausência de um sistema eficiente de agendamento, falha administrativa que impede pacientes de conseguirem marcar consultas e prolonga, por tempo indeterminado, a espera por atendimento.
Enquanto isso, centenas de pacientes permanecem sem qualquer previsão de consulta, correndo o risco de ver seus quadros clínicos se agravarem.
Após quase oito anos da gestão do governador Marcos Rocha, a Policlínica Oswaldo Cruz acumula um declínio evidente, o que antes era referência em atendimento especializado hoje é frequentemente associado à demora e a falta de organização.
A permanência de um problema administrativo tão básico levanta questionamentos sobre a condução da saúde pública estadual, uma vez que a deficiência deixa de ser apenas operacional e passa a refletir diretamente a capacidade de gestão do serviço público.
Texto: Redação