DESISTIU-Suplente de Mariana renuncia após polêmicas envolvendo família Carvalho

PUBLICADO EM: agosto 15, 2026

* Pastor Marcelo Rodrigues estaria insatisfeito com episódios que atingem a cúpula do Republicanos

O pastor Marcelo Rodrigues, segundo suplente da chapa encabeçada por Mariana Carvalho (Republicanos) na disputa pelo Senado em Rondônia, decidiu renunciar à candidatura. 


A saída consta no sistema oficial da Justiça Eleitoral, onde o registro de Marcelo já aparece como inapto em razão do pedido de renúncia.


A decisão ocorre em meio a um ambiente de forte desgaste político envolvendo a cúpula do Republicanos em Rondônia, comandada pela família Carvalho. 

Segundo informações obtidas, Marcelo estaria insatisfeito com uma série de episódios que passaram a cercar o grupo político e que teriam pesado na decisão de abandonar a primeira disputa eleitoral de sua carreira.

Entre os episódios está a apreensão de aproximadamente R$ 2 milhões em dinheiro, encontrada em poder de uma pessoa apontada como próxima da família Carvalho, o caso ganhou ainda mais repercussão diante da localização de um veículo encontrado posteriormente dentro de uma propriedade ligada à família Carvalho.

As circunstâncias envolvendo o dinheiro, o veículo e as pessoas relacionadas ao episódio ainda precisam ser devidamente esclarecidas pelas autoridades, não se trata, portanto, de afirmar responsabilidade criminal da família Carvalho, mas de registrar um conjunto de fatos e relações que, segundo fontes ouvidas pela reportagem, teria provocado desconforto dentro da própria composição eleitoral.

A saída de Marcelo Rodrigues representa um revés político para Mariana Carvalho justamente no momento em que a chapa entra na reta decisiva da formação eleitoral.

Pastor e estreante em eleições, Marcelo havia declarado patrimônio superior a R$ 400 mil e agora abandona a disputa antes mesmo de levar seu nome às urnas.

Com a desistência, Mariana Carvalho terá de apresentar um novo nome para ocupar a segunda suplência dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

Leia Também