Médicos que atuam no Hospital Regional de Vilhena comunicaram à
Secretaria Municipal de Saúde e ao Ministério Público a intenção de
paralisar os atendimentos eletivos e não essenciais a partir do próximo
31 de julho, em razão do atraso no pagamento dos salários referentes aos
meses de maio e junho.
O documento, assinado por pelo menos dez profissionais, informa que a
paralisação será mantida até que os débitos sejam integralmente
quitados. Apesar da medida, os médicos asseguram que os atendimentos de
urgência e emergência continuarão sendo realizados, de forma a preservar
a assistência aos pacientes em situações críticas.
Na comunicação encaminhada às autoridades, os profissionais detalham as
razões que motivaram o movimento e as ações previstas durante o período
de paralisação, destacando que a medida busca garantir o cumprimento
das obrigações trabalhistas.
Segundo as informações, a interrupção afetará apenas procedimentos
considerados não essenciais, preservando os serviços indispensáveis ao
funcionamento da unidade hospitalar.
Nos bastidores, entretanto, a expectativa é de que a situação seja
amenizada antes do início do movimento, já que há previsão de início do
pagamento dos salários em atraso nos próximos dias, o que poderá evitar a
paralisação caso os compromissos sejam efetivamente cumpridos.
Com informações da Folha do Sul On Line
