É comovente a luta da ex-sitiante Tereza Ramalho Oliveira, nascida em
Colorado do Oeste, hoje com 39 anos, que cerca de 1 ano e meio atrás
recebeu o diagnóstico devastador de câncer de mama. Desde então, ela tem
se tratado no Hospital de Amor, em Porto Velho.
Antes de descobrir a doença, Tereza passou por uma separação 4 anos atrás, quando decidiu deixar a zona rural e passar a residir na área urbana de Colorado. Para se manter, começou a trabalhar, na época, como motorista de aplicativo, profissão que só não está exercendo atualmente porque, em virtude de outro problema, acabou ficando a pé.
E o novo problema da motorista é tão grave quanto o que ela já era obrigada a encarar: aos 13 anos, a filha Stefanny Ramalho de Araújo, também precisou começar a luta contra o mesmo tipo de enfermidade, descoberta recentemente.
Mãe e filha precisam percorrer os cerca de 800 km até a capital em busca de tratamento. A mãe sempre retorna para sua cidade natal, mas Stefanny precisa permanecer por lá, após um dos médicos que a atendem explicar: se a garota passar mal, o prazo máximo para que ela seja levada ao hospital especializado no enfrentamento ao câncer é de, no máximo uma hora.
Justamente por isso, o carro que a entrevistada usa para trabalhar, foi deixado com um familiar, para que ele leve a adolescente para receber atendimento médico. O veículo pode salvar a vida da menina em uma eventual emergência.
Mesmo passando a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC) concedido pelo INSS 3 meses atrás, Tereza pretende continuar trabalhando, mesmo doente. Ela já deu entrada pedindo o mesmo auxílio para a filha, mas o benefício ainda não foi autorizado.
Tereza fez um agradecimento à população de Colorado do Oeste, que tem lhe ajudado a enfrentar esse momento difícil, seja com a doação de alimentos, seja com campanhas de arrecadação. Quem puder contribuir com qualquer valor para a “Uber”, pode fazer depósito pela seguinte chave-pix: 6992127778.
Antes de descobrir a doença, Tereza passou por uma separação 4 anos atrás, quando decidiu deixar a zona rural e passar a residir na área urbana de Colorado. Para se manter, começou a trabalhar, na época, como motorista de aplicativo, profissão que só não está exercendo atualmente porque, em virtude de outro problema, acabou ficando a pé.
E o novo problema da motorista é tão grave quanto o que ela já era obrigada a encarar: aos 13 anos, a filha Stefanny Ramalho de Araújo, também precisou começar a luta contra o mesmo tipo de enfermidade, descoberta recentemente.
Mãe e filha precisam percorrer os cerca de 800 km até a capital em busca de tratamento. A mãe sempre retorna para sua cidade natal, mas Stefanny precisa permanecer por lá, após um dos médicos que a atendem explicar: se a garota passar mal, o prazo máximo para que ela seja levada ao hospital especializado no enfrentamento ao câncer é de, no máximo uma hora.
Justamente por isso, o carro que a entrevistada usa para trabalhar, foi deixado com um familiar, para que ele leve a adolescente para receber atendimento médico. O veículo pode salvar a vida da menina em uma eventual emergência.
Mesmo passando a receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC) concedido pelo INSS 3 meses atrás, Tereza pretende continuar trabalhando, mesmo doente. Ela já deu entrada pedindo o mesmo auxílio para a filha, mas o benefício ainda não foi autorizado.
Tereza fez um agradecimento à população de Colorado do Oeste, que tem lhe ajudado a enfrentar esse momento difícil, seja com a doação de alimentos, seja com campanhas de arrecadação. Quem puder contribuir com qualquer valor para a “Uber”, pode fazer depósito pela seguinte chave-pix: 6992127778.
Fonte: Folha do Sul