Uma nova mortandade de peixes foi registrada na Reserva Extrativista do Lago do Cuniã, no distrito de São Carlos, em Porto Velho. O episódio ocorre poucas semanas após um caso semelhante e aumenta a preocupação dos moradores da região.
Embora a principal hipótese seja o choque térmico provocado pela friagem, especialistas apontam que mortes em grande quantidade também podem estar relacionadas à redução de oxigênio na água, contaminação ou outros desequilíbrios ambientais, o que exige investigação técnica.
Ribeirinhos afirmam que solicitaram análises da água aos órgãos ambientais e aguardam providências. A repetição do problema preocupa as famílias que dependem da pesca para alimentação e geração de renda.
André Soares
Jornalista
