Presos após morte de jovem em salto não sabem explicar falha que levou à tragédia
PUBLICADO EM: junho 14, 2026
Os três homens presos após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jumping, não conseguiram explicar como a vítima foi lançada sem estar ligada a cordas. A informação é da delegada plantonista Andréa Dantas, que registrou o caso em Limeira (SP).
Segundo a delegada, os dois homens responsáveis por preparar a jovem para o salto não souberam dizer o que aconteceu antes da queda .”Eles não conseguem se recordar qual foi a falha ali, quem teria que ter colocado a corda, se não houve a fiscalização. Não conseguem se recordar”, afirmou.
De acordo com a Polícia Civil, a corda que deveria proteger a vítima ficou enrolada no chão da plataforma.
O advogado Rafael Gomes dos Santos, que representa os três presos, afirmou que o rope jumping não é regulamentado, mas também não é proibido. Segundo ele, eventos semelhantes já foram realizados na Ponte do Esqueleto sem intervenção do poder público.
O defensor informou ainda que a atividade deste sábado reunia cerca de 100 participantes e classificou o caso como uma “triste fatalidade”, destacando que os envolvidos praticam o esporte há anos sem histórico de acidentes.
g1
