Após mais de 30 dias desaparecida, foi encontrada na tarde desta terça-feira, 7, em um galpão abandonado nos fundos da loja Havan, bairro Vila Operária, em Vilhena, ex-caminhoneira Andreia Rodrigues da Silva, de 47anos.
Enfrentando um quadro severo de problemas psiquiátricos, Andreia, que também já trabalhou como frentista, saiu de sua casa no bairro BNH no início do mês passado, e desde então não dava notícias. Além de registrar o desaparecimento na polícia, a família fazia buscas por ela (CONFIRA AQUI).
De acordo com um familiar, ouvido pelo FOLHA DO SUL ON LINE, a ex-caminhoneira foi encontrada na rua por um morador próximo do barracão onde ela estaria pernoitando. Ao pedir socorro ao homem, que estava com a esposa e a filha no carro, ela foi acolhida e levada imediatamente para a UPA.
Andreia estava tão fraca e tremendo, que quase sofreu um desmaio enquanto tentava caminhar. O parente entrevistado contou que ela disse ao motorista que a socorreu: “me ajuda, eu tô morrendo”. Ela tinha nas mãos uma garrafa de água e uma sacola contendo medicamentos.
Extremamente abatida e muito abaixo do peso, após todo esse período vivendo nas ruas, Andreia era acompanhada pela filha ao receber atendimento médico na UPA, para se recuperar. A médica que a atendeu disse que ela será transferida em breve para o Hospital Regional.
A família já pediu que a Polícia Civil investigue o caso e pretende submeter Andreia a exames. Os parentes querem saber como e onde ela viveu nesse período, e se sofreu algum tipo de abuso ou ameaça.
Fonte: Final feliz
Autor: Da redação