Desde o dia do violento ataque, fieis de diversas denominações evangélicas de Vilhena resolveram “levantar um clamor” pela vida do caminhoneiro Josimar Mendes da Costa, de 33 anos, atacado com várias facadas na noite de domingo, 5, em um posto de combustíveis (CONFIRA AQUI).
Resgatado em estado crítico, o motorista passou por cirurgias delicadas e complexas, e segue lutando pela vida na UTI do Hospital Regional de Vilhena, para onde foi levado. O homem que só não consumou o assassinato (um vigilante do próprio posto) porque foi impedido, segue foragido.
Uma pessoa que participou da primeira manifestação religiosa, e ontem também estava novamente com outros irmãos de fé na porta do HRV, disse que celebrou na casa de Josimar, horas antes da tragédia, o aniversário de 1 aninho da filha caçula dele.
Depois do evento, sem bebidas alcoólicas, já que os pais da criança são protestantes, Mendes foi levado pela esposa até o posto, onde tinha deixado sua moto estacionada ao lado do caminhão no qual trabalha. Ele foi verificar o veículo de carga, já que pegaria a estrada na manhã seguinte. E foi ali que aconteceu a desavença que resultou na tragédia.
Quando viu o marido subindo na moto, e avisando que iria embora, a mulher seguiu para casa, onde recebeu uma ligação no celular do marido, que ele havia deixado na residência: era o patrão dele, avisando que havia acontecido “uma tragédia”. A partir daí, foi só tensão e lágrimas na família.
Embora outras pessoas digam que após o bate-boca, Josimar teria ferido um tapa no “guarda”, identificado como Ailton Silva Novaes, de 41 anos, a entrevistada revela que ninguém da família sabe o que realmente aconteceu naquela noite fatídica.
Uma nova “vigília” em frente o Regional já está marcada para amanhã à noite. O clamor coletivo é uma manifestação da fé dos participantes em um milagre que salve a vida do irmão de fé. Enquanto isso, o autor do crime continua sendo procurado.
Folha do Sul Online