Disputa por filho adotado teria levado caminhoneira de 43 anos a matar idosa e espancar a atual namorada da ex-esposa, em Vilhena

PUBLICADO EM: abril 30, 2026



Foi identificada como Josenita Rocha Viano, a mulher de 64 anos que morreu hoje pela manhã no Hospital Regional de Vilhena, depois de ser atacada em sua casa, no bairro Jardim Primavera. Uma outra mulher que estava no imóvel também ficou ferida no mesmo ataque, mas sobreviveu com algumas lesões (ENTENDA AQUI).

Além de confirmar a autoria do homicídio, o FOLHA DO SUL ON LINE também recebeu informações sobre a suposta motivação do ato violento, cuja autora foi presa: trata-se de uma caminhoneira experiente, de 43 anos, com muito tempo de estrada.

Segundo apurou o FOLHA DO SUL ON LINE, a idosa que morreu em decorrência de traumatismo craniano, por ter sido espancada com um taco de madeira, era mãe da ex-esposa da caminhoneira. E a sobrevivente era a atual parceira dessa ex-mulher, que tinha saído para levar o filho à escola.

Após o ataque letal, que deixou uma morta e outra ferida, a motorista seguiu de moto para sua casa em um bairro distante, onde foi presa pouco tempo depois. Ela alegou que, no trajeto, acabou perdendo o bastão de baseball usado no ataque. A acusada também teria usado uma faca, segundo divulgação feita oficialmente pela Polícia Civil.

O MOTIVO
Durante mais de 15 anos, a caminhoneira e a parceira em cuja casa aconteceram os crimes, viveram juntas, mas somente há pouco tempo as duas oficializaram a união “no papel”. O casal homoafetivo também adotou, antes de se separar no ano passado, um garotinho, atualmente na casa dos 6/7 anos.

E foi justamente um desentendimento entre as duas mulheres, que já estavam em novos relacionamentos amorosos, por causa do menino, que levou à tragédia: a que ficava com o garoto estaria impedindo que a ex (a caminhoneira) visitasse a criança.

Com a disputa já na justiça, onde há, inclusive, um pedido de pensão alimentícia, a tensão entre as antigas companheiras foi aumentando, até acabar na tragédia, que poderia ter sido até maior, se a ex da autora do ataque (também mãe do garoto adotivo) estivesse em casa no momento de fúria da assassina.




Fonte: Folha do Sul

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