Casal envolvido em assassinato que chocou Vilhena será levado a júri este mês; investigações ainda não identificaram mandante

PUBLICADO EM: abril 15, 2026


Será levado a júri popular no dia 24 deste mês, em Vilhena, o casal acusado de envolvimento em um dos crimes mais chocantes da história da cidade: o assassinato, a tiros, do dentista Clei Bagattini, executado dentro de sua clínica em 2024.

Estarão sentados no banco dos réus, encarando os jurados, a recepcionista Raqueline Leme Machado, e o namorado dela, Maikon Sega Araújo, denunciados como supostos intermediários que teriam ajudado na contratação do pistoleiro que “puxou o gatilho”.

O matador, Maico Raimundo da Silva, morreu trocando tiros com a polícia em uma pequena localidade de Mato Grosso. Após o crime em Vilhena, ele protagonizou uma longa e espetacular fuga, o que acabou lhe rendendo o infame apelido de “Lázaro de Rondônia” (LEMBRE AQUI).

Raqueline, que passou mais de um ano presa, assim como o namorado, nunca admitiu qualquer participação no caso, apesar dos indícios que levaram o Ministério Público a denunciar os dois (VEJA AQUI).

E O MANDANTE?
A polícia deve focar a próxima fase das investigações em pessoas suspeitas, que poderiam ter algum tipo de interesse na morte de Clei. Duas linhas estariam sendo consideradas: motivação passional ou questões patrimoniais.

Se, antes, as autoridades encarregadas de desvendar a trama que resultou num assassinato aparentemente planejado, frequentemente davam detalhe da apuração, há meses não tocam no assunto e, pelo menos publicamente, não fazem qualquer atualização do episódio.





Fonte: Folha do Sul

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