Matança: conflito entre fazendeiros em Rondônia resulta em morte e prisão

PUBLICADO EM: março 31, 2026



OPERAÇÃO LEI DA FRONTEIRA

Um conflito entre dois fazendeiros poderosos de Rondônia resultou na morte violenta de João Paulino da Silva Sobrinho, conhecido como João “Sucuri”. A disputa começou em 2024, quando o fazendeiro suspeitou do roubo de gado e acusou o vizinho Nilson Pereira dos Santos. O atrito levou ao assassinato do filho de Nilson, Alisson. Convencido da culpa do rival, Nilson planejou uma vingança que levou dois anos para ser executada.

Os criminosos, além de executarem o fazendeiro com vários tiros na cabeça e no rosto, deceparam a orelha esquerda da vítima. Em seguida, invadiram a sede da propriedade rural, mantendo familiares reféns — incluindo mulheres, crianças e um bebê de dois meses — e exibiram a orelha decepada para intimidar os presentes. Veículos e estruturas da fazenda também foram incendiados durante a ação criminosa .



O plano envolveu Auricléia Ferreira, conhecida como Teinha, tia de um capataz da propriedade e casada com Jaime Vilchez, um dos envolvidos no crime contra João “Sucuri”. Teinha ajudou a contratar integrantes do Comando Vermelho (CV), no Acre, para atacar a propriedade vizinha. Teinha foi presa.

João “Sucuri” foi morto a tiros e mutilado, enquanto mulheres e crianças foram feitas reféns e veículos incendiados. A polícia desvendou parte da trama após encontrar bilhetes ameaçadores de Teinha com as vítimas.

Com as investigações avançando rapidamente, Nilson Pereira dos Santos foi preso junto com cúmplices identificados. As buscas continuam por três executores foragidos: Jaime Vilchez, Kenas Ferreira e Elves Ferreira.

Os foragidos



A Polícia Civil identificou cinco participantes do assassinato. Com duas pessoas já presas, as autoridades seguem em diligências para localizar os três foragidos, cujas fotografias foram divulgadas:Jaime Vilchez de Souza
Kenas de Carvalho Ferreira
Elves de Carvalho Ferreira


Com informações R7 – foto-reprodução TV Record





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