Espancado quando chegava em escola, adolescente de 17 anos escapa da morte; ex da namorada teria contratado “capangas”

PUBLICADO EM: março 31, 2026


Na noite de ontem, um adolescente de 17 anos foi violentamente espancado por três homens, no momento em que chegava de moto ao Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA), em Vilhena. As agressões teriam sido “encomendadas” pelo ex-companheiro da garota de 22 anos com quem o menor está namorando atualmente.
 
Ao ser acionada e chegar ao estabelecimento de ensino, a guarnição da Polícia Militar ouviu a versão do garoto, que estava na sala da supervisão. Ele contou que está se relacionando com a pivô do episódio, desde que ela lhe falou que estaria separada do mandante do crime “há alguns dias”.

O rapaz agredido identificou o rival na disputa pelo amor da jovem, e denunciou que o “ex inconformado” tem 31 anos. Ele teria ameaçado de morte não apenas o menor, mas também o pai dele. As ameaças recebidas pelo pai, endereçadas ao filho, foram enviadas pelo Messenger.

O adolescente também explicou que, no dia do ataque, o acusado chegou em um carro preto no CEEJA, acompanhado dos três “capangas”. E, antes mesmo que ele cruzasse o portão da escola, foi cumprimentado pelo adversário, que ordenou aos três agressores que passassem a bater no estudante.

O menino correu para dentro do CEEJA, deixando a própria motocicleta para trás, o que o livrou de ser morto, pois um dos agressores estava com uma faca em punho, indicando que a intenção seria matá-lo.

A garota que motivou a ação violenta disse que manteve um relacionamento conjugal de cerca de 8 anos com o acusado, com quem tem filhos. Também acrescentou que ele está há 10 dias afastado de casa, revelando aos militares o motivo da separação: agressões físicas e sexo sem seu consentimento, o que aponta para um histórico de violência doméstica.

A guarnição que atendeu o caso tentou localizar o agressor na casa do pai e de um amigo dele, mas não o encontrou em nenhum dos endereços. A ocorrência foi registrada na Unisp, onde a vítima pediu medida protetiva.




Fonte: Folha do Sul Online

Leia Também