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A morte de um bebê de apenas 1 ano e 5 meses está gerando revolta e levantando questionamentos sobre possíveis falhas no atendimento médico em Rondônia. O caso já foi levado ao Ministério Público e também deve ser investigado pela Polícia Civil.
O pequeno Anthony começou a passar mal entre os dias 8 e 9, inicialmente no distrito do Guaporé, pertencente ao município de Chupinguaia.Segundo relatos de pessoas próximas à família ao Folha do Sul Online, o menino apresentava sintomas preocupantes, como inchaço nos joelhos.
No primeiro atendimento, o profissional de saúde teria receitado apenas medicamento para dor, afirmando que o quadro poderia ser normal na fase de crescimento. Mesmo com a persistência dos sintomas, a criança foi atendida novamente em Chupinguaia e liberada com a mesma orientação.
Com o agravamento do quadro, Anthony retornou para mais um atendimento médico. Desta vez, mesmo com dificuldades para urinar, o caso ainda não teria sido tratado com a gravidade necessária. Um exame de sangue chegou a ser realizado e apontou uma infecção, mas a situação evoluiu rapidamente.
Diante da piora, a própria família decidiu levar o bebê em veículo particular até a UPA de Vilhena. Posteriormente, ele foi transferido ao Hospital Regional e, após avaliação médica, encaminhado para Cacoal devido à gravidade do quadro.
Na unidade hospitalar, a criança foi intubada, mas não resistiu. Anthony morreu na noite de sábado (14). O atestado de óbito aponta pneumonia, artrite e falência dos rins como causas da morte.
Abalada, a família decidiu acionar o Ministério Público e já contratou um advogado. A intenção é investigar a conduta dos profissionais que realizaram os primeiros atendimentos e buscar responsabilização judicial.
O caso deve ser apurado pelas autoridades e pode resultar em ação indenizatória, enquanto familiares aguardam respostas sobre o que, de fato, ocorreu durante os atendimentos iniciais.
Fonte: Jornal Rondônia