Vereador Marcos Combate cobra apuração sobre contrato de R$ 120 mil da SEMTEL para “Jogo das Estrelas”


O vereador Marcos Combate levantou sérios questionamentos sobre a contratação realizada pela Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer (SEMTEL) para a realização do chamado “Jogo das Estrelas”, ocorrido em novembro de 2025 nos distritos de União Bandeirantes e Extrema, em Porto Velho.

De acordo com as informações apresentadas pelo parlamentar, a SEMTEL contratou ex-jogadores de futebol ao custo de R$ 120 mil, com contrato assinado no mesmo dia da realização do evento. O vereador também destacou a ausência de divulgação prévia adequada, o que compromete princípios básicos da administração pública, como a transparência e a publicidade dos atos.

Além disso, Marcos Combate apontou indícios de possíveis irregularidades administrativas dentro da pasta. Segundo ele, há sinais de que um servidor estaria exercendo funções típicas de secretaria sem possuir cargo formal para tal, enquanto o secretário titular participava do evento, com despesas custeadas pela própria SEMTEL.

Durante seu posicionamento, o vereador foi enfático ao defender a necessidade de investigação:

“Em novembro de 2025, a SEMTEL contratou ex-jogadores para o chamado ‘Jogo das Estrelas’, ao custo de cento e vinte mil reais, com contrato assinado no mesmo dia do evento, realizado em União Bandeirantes e Extrema, sem qualquer divulgação prévia adequada. Isso, por si só, já levanta questionamentos. Além disso, há indícios de que um servidor estaria exercendo funções típicas de secretaria sem ter cargo formal para isso, enquanto o secretário titular participava do evento com despesas custeadas pela própria pasta. São fatos graves, que precisam ser apurados. Não se trata de ser contra o esporte ou eventos, mas de defender o dinheiro público, a legalidade e o respeito à população. Por isso, esses fatos precisam ser analisados pelos órgãos de controle.”

Diante do cenário apresentado, o vereador Marcos Combate defende que os órgãos de fiscalização e controle, como o Ministério Público e os tribunais competentes, apurem os fatos para esclarecer possíveis irregularidades e garantir a correta aplicação dos recursos públicos.



Assessoria